sábado, novembro 11, 2006

Foto inaugural - Mesmo que não lhe demos a atenção devida, a primeira foto à chegada marca sempre a etapa mais importante, o ínicio. E, mesmo que muito se passe antes de tirarmos a primeira foto, vai ser esse o registo que ficará para mais tarde.

Barcelona, Junho, 2005

quinta-feira, novembro 09, 2006

Sempre da mesma forma - todas começam com a ida. Algumas muito cedo.


Alentejo, Junho 2005

segunda-feira, novembro 06, 2006

Pouco visitados - Mesmo nas cidades mais fantásticas com os locais e edifícios mais emblemáticos, os sítios mais reservados e escondidos, valem sempre muito a pena.


Praga, Agosto, 2006

domingo, novembro 05, 2006

Europa Central - Nações com história a mais, como já li algures

Budapeste, Agosto, 2006

quinta-feira, novembro 02, 2006

Sobre este(a) e sobre outros(as) - É por aqui que o DD vai renascer

Viena, Agosto, 2006

quarta-feira, novembro 01, 2006

Deriva - Sempre excelente, Pacheco Pereira escreve sobre o que (não) somos:

"DEZ MILHÕES, IRRELEVÂNCIA E BENS ESCASSOS
Somos, mais ou menos, dez milhões de pessoas, num canto da Europa, entregues à nossa sorte. Pouca gente se importa connosco fora de Portugal, contamos muito pouco para quase nada fora do nosso cantinho. A língua, que é maior que nós, é cada vez mais definida pelo Brasil, e é natural que seja lá que esteja o Museu da Língua. Temos alguma poesia e literatura de primeira água, mas muito pouca. Temos a história que temos, menos trágica do que a da maioria da Europa. Não temos economia que conte para nada no mundo globalizado e, a que temos, vive muito dependente de tudo o que está fora e de alguns subsídios europeus.Temos muito pouca noção do que verdadeiramente somos e do que valemos. Não somos nacionalistas porque já não há Império e mesmo a sua ficção póstuma já não entusiasma ninguém. Não somos patriotas a não ser sob forma futebolística, ou seja nem sequer sabemos o que isso é. Nem sequer o último luxo cínico de nos vermos ao espelho temos, porque esse espelho está sempre perturbado pelo efeito contraditório, por um lado da mania das grandezas (Descobrimentos, & etc.), e por outro pela imensa manha camponesa de um povo que ainda tem a pobreza muito perto para se dar ao luxo de fazer experiências. Todos os bens são escassos, há sempre mais gente do que empregos, prebendas, cargos, dinheiro e fama. A inveja, naturalmente, é uma doença nacional profunda. Este é o pano de fundo de muita coisa."

segunda-feira, outubro 30, 2006

O Alexandre diz que não - Mas eu parece-me bem que o Rui Santos tem negócios no Tahiti.


segunda-feira, julho 24, 2006

Depois de uma noite a recordar e para recordar, uma foto para recordar - Grande Avraço

quarta-feira, abril 26, 2006

Quando - já ninguém acreditava, o regresso aos posts. Com as férias à porta, fica a antecipação:

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Motivo - É este o da minha longa ausência da escrita. Hoje, dia 12 de Janeiro, foi levantada a confidencialidade sobre o 207.
Motivo de grandes dores de cabeça até Junho (numa primeira fase) é também motivo de grande orgulho! C’est une voiture formidable, sensationnelle, fabuleuse! Race et sportive!

domingo, dezembro 25, 2005

Natal #2

Natal

domingo, dezembro 11, 2005

Actualizar - Um blog não se faz apenas de Posts. Umas das coisas mais importantes no DD são sem dúvida os links. São uma forma também importante de comunicar e dizer algo sobre o que nos interessa e, contribuir mesmo, para definir a linha editorial do Blog. Hoje convido-vos a conhecerem mais um blog que descobri. Mas atenção também aos que coloquei recentemente. De quadrantes e autores completamente antagónicos e diferentes, mas todos eles de uma maneira ou de outra, a merecerem referência no DD e curiosidade da vossa parte.

segunda-feira, novembro 28, 2005

E eu nem dei por nada - É culpa minha ou de uma imprensa a quem um homem que sempre recusou o rótulo de guru não agrada(ou)? Morreu Peter Drucker

domingo, novembro 27, 2005

Algo vai mal – Ou bem! Ninguém reparou que falta o comunista Jerónimo de Sousa! Ninguém avisa? Bom, aqui fica então, e agora sim, o último candidato a Presidente da República. Os outros candidatos que me perdoem mas, mesmo que o cheguem a ser efectivamente, vão ter de ficar de fora. Agora, finalmente, assunto encerrado. Venha agora o debate para, depois, termos também aqui no DD, discussões sobre a campanha e os candidatos. Um dos mais interessantes é já dia 9 de Dezembro: Cavaco Vs Louçã. Irá Cavaco falar como um Senador sobre Economia? Ou vai ter de se bater taco-a-taco com outro grande especialista? Eu honestamente acho que o “D. Sebastião” vai levar uma tareia. A ver vamos!

sábado, novembro 26, 2005

Faltou-lhes um bocadinho assim – Indiscutivelmente um bom concerto. Sem dúvida. Boa actuação, excelente arranjo cénico, qualidade de som razoável, ou se quiserem boa, tendo em conta o que o Pavilhão Atlântico já foi no passado. Ou seja, um espectáculo competente, de uma excelente banda, com imenso futuro. Há de facto muita qualidade, muita sensatez, pouco pensamento “estratosférico” ou “galáctico” (já lá vamos a alguns rasgos de “star system”, mas enfim são excepções) e, portanto, estes rapazes vão longe. Até onde não sei muito bem porque, tal como já devem ter reparado, não vos falei num Grande concerto. Num concerto histórico. E isto quer dizer muito coisa. Basta darem uma olhadela em anteriores comentários meus, para verem claramente que ontem faltou qualquer coisa. Vejam Metallica no Rock in Rio 2004, a título de exemplo. Mas enfim, ontem tivemos 2 bandas bastante diferentes. Diria mais, duas bandas completamente diferentes. Nesse aspecto, um claro erro de casting. Mas enfim, como são uma banda com algum estilo, alguma coisa para mostrar em termos sonoros a coisa passou sem se dar muito por eles. De Goldfrapp ficou isto, ou seja, pouco. Mas indo ao que interessa, e começando pelo público. Transversal em idades mas jovem, arriscando uma média em redor dos 19/20 anos. Havia de facto muita gente jovem, até talvez em quantidade surpreendente. Quando digo jovem, digo dos 14 aos 20. Para todos os efeitos, não acho a música de Coldplay fácil, não é difícil, mas não é óbvia, sim soa muito bem logo às primeiras audições, mas é, muitas vezes, melancólica e triste. E, portanto, aqui alguma surpresa, que seria confirmada lá mais para a frente, quando se ouviram os gritos histéricos de jovens colegiais (no sentido de terem idade para andarem em colégios). Ainda a propósito “deste” público, de referir que foi para mim talvez o facto mais surpreendente. Confesso que nunca tinha ido a um concerto deste género, como sabem as minhas andanças sempre foram outras. E, garanto-vos que me custou mais estar no meio daquelas esfinges que num “mosh-pit”. Toda a gente irritantemente no seu lugar durante todo o concerto, sem se movimentarem um centimetro que seja! Para além de olharem para nós com um ar transtornado e pedante quando tentavamos, educadamente, avançar mais para perto do palco. Agora percebo as aventuras do Edgar num concerto de Brian Adams.
Em termos musicais ficou um pouco a sensação de vira-o-disco e toca o mesmo. Enfim, nada de surpreendente atendendo ao que já tinha escrito aqui antes do concerto. De facto, faltou um bocadinho de sal, um bocadinho mais de emoção, que fizesse o concerto ir um pouco mais longe. Para mim, ouve apenas dois momentos em que estivemos perante algo de extraordinário na ligação banda-público, que foram durante o Clocks e outra música que não me lembro bem se terá sido o The Scientist . Dois “pregos” pelo meio, seguidos de uma asneirola vieram dar esse toque de “superstar” que o Martin já começa a ter, mas vá, faz parte do pacote, da imagem, de banda honesta, descomprometida, que querem passar. Acho que, não sendo exactamente assim, estão mais próximo disso que de qualquer outra coisa. Os meu parabéns, pelo bom concerto. Têm um excelente futuro pela frente, basta que tenham a noção que esse futuro é grande, e que também por isso é preciso continuar a fazer muita música boa, durante muito tempo. Nessa altura teremos concertos de 2h30m + encore carregadinhos de singles, e com o já jurássico Yellow......................

terça-feira, novembro 22, 2005

Quando eu era pequenino

Grande - Amanhã é dia de concerto. Há-de ser um grande concerto. São de certeza já uma grande banda. Ficamos então à espera de um grande concerto. Ficamos à espera porque as coisas podem não correr bem. Ou melhor, podem correr apenas mais ou menos, mal nunca correm, a este nível as coisas nunca chegam a correr mal. Este é, aliás, o problema que ameça sempre os concertos das grande bandas com calendários absurdamente exigentes e cansativos. Sempre que olho para o alinhamento de concertos e datas fico com uma dúvida óbvia: como é possível fazer um bom concerto pela enésima noite seguida? Como é possível conviver todas as noites com alinhamentos muito semelhantes ou iguais? Como é possível fazer um concerto "único" quando estamos perante uma réplica que dura, por vezes, nos nomes maiores, mais de um ano? Enfim, já assisti a tudo! Bandas que actuam quase em Playback, como Korn em 2000 no Pavilhão Atlântico, e bandas como SlipKnot que no último dia de tour, ao fim de mais de 5 meses na estrada, pareciam estar a dar o último concerto da vida, tal a força e a emoção com que actuaram. Certo certo é que, salvo algumas excepções, estas grandes bandas têm sempre a máquina extremamente bem oleada, o que disfarça na maioria dos casos os mais complicados problemas que se possam imaginar. Não há má disposição, cansaço, irritação que faça parar estes gigantescos comboios. As coisas acabam sempre por se compor. Não quero de forma alguma ser pessimista, até porque acredito que estamos perante uma das poucas bandas que apresenta condições para ascender ao trono de "Maior do Mundo" num futuro mais ou menos próximo. E, para isso, têm de ser uns absolutos "fora de série", como acredito que são.
Reportagem prometida.

domingo, novembro 20, 2005

Consegui! - Depois de trazer o José Maria Martins ao DD não ficaria bem comigo mesmo se não conseguisse apresentar convenientemente Carmelinda Pereira, com um pouco mais de esforço, lá consegui encontrar algo. Para conseguirem saber algo sobre esta candidatura utilizem o Link, e uma vez no site sigam através do botão Presidênciais 2006. Sim, é verdade, vão encontrar o que estão à espera. Boa visita.

Freak Show - Deixei para último o candidato anedota. José Maria Martins é aquilo a que gosto de chamar uma "não-conformidade" da sociedade portuguesa. Felizmente, e para todos os efeitos, esta candidatura é olhada pela grande maioria, como grotesca. Parece-me claro que há consenso em relação a esta personagem. Trata-se de um "fura-vidas" que tem na sua biografia (vejam sem falta através do link) realizações e participações incipientes na sociedade e em diferentes organizações mas que, de algum modo, lhe foram permitindo ganhar alguma visibilidade. Veja-se por exemplo que foi militante do PS entre 1977 e 1997, o que já diz alguma coisa sobre as suas ambições e, principalmente, forma de actuar. Claro que sim, claro que era um desconhecido até escolher defender Bibi, e depois Saddam Hussein, e agora com esta candidatura. Mas prepara-se agora para marcar durante mais algum tempo a sociedade portuguesa como imagem, como exemplo do pior que temos como nação. E no fim qual vai ser o resultado? Felizmente para todos nós, espero que nenhum. Mas a título individual este homem, vai sair com certeza mais rico, mais protegido, melhor (ou pior, em função daquilo que acharem correcto e eticamente aceitável) relacionado, e claro muito mais conhecido. Daí que seja uma "não-conformidade". É curioso e, claro, muito preocupante, que personagens desta natureza, às quais podiamos juntar todo um conjunto de candidatos e vencedores autarquicos por exemplo, continuem a tirar grande dividendos, mesmo quando existe uma clara unanimidade em relação à natureza perversa, desviante, ilegal e prejudicial da sua actuação. Mas enfim, hoje coloquem os holofotes neste último candidato a surgir no DD.

quinta-feira, novembro 17, 2005

Ilusão - É um pouco a ideia que fica de obras como a Casa da Música. Fica sempre a sensação de uma obra para intelectual ver e para labrego votar. Ou seja, o intelectual tira partido (supostamente) mas vota no Bloco de Esquerda, o labrego não usufrui, mas vota no Bloco Central. É uma preversão interessante que se pensarmos um pouco não é caso único.

quarta-feira, novembro 16, 2005

D. Sebastião - Hoje, aqui no DD, o futuro presidente da Republica marca finalmente presença. Vem tarde, mas é uma sorte, pois por ele, já nem punha aqui os pés, nem aqui, nem em lado nenhum. Enfim, é um frete que se vê obrigado a fazer.

domingo, novembro 13, 2005

Pop Music

quarta-feira, novembro 09, 2005

Óbvio - que foi óptimo terem escolhidos automóveis para expressarem a sua revolta e, logo em França. A escumalha tem ainda assim algum mérito nos seus actos.

terça-feira, novembro 08, 2005

França - Quais os fundamentos? Qual a real origem do problema? É mesmo um problema? Se sim, quem o criou? Quem são os mentores? O que é que os move? Terão estas acções consequências? Para quem? Para que grupos? Para que povos? Para que países? Para alguém? Alguém vai pagar por isto? Ou alguém vai pagar isto? É um problema económico? É um problema social? É um problema religioso? É um problema cultural? É tudo isso misturado? Ou é tudo isso baralhado? Tem a ver com o Estado? Tem a ver com as empresas? Tem a ver com a Sociedade Civil? Tem a ver com o modelo social europeu? Mas esse modelo existe? É bom ou mau? Tem a ver com alguma coisa? Alguém sabe? Verdadeiramente? Porque bitaites é o que não falta, mas Alguém Sabe Mesmo?

segunda-feira, novembro 07, 2005

Garcia – Pereira. Hoje, um dos mais combativos políticos do país. Um homem que ganha fortunas a defender, convictamente ao que parece, causas de gente trabalhadora e oprimida. Tem fama de ser fera em tribunal, e bem vistas as coisas, ás vezes, em publico, demonstra também que tem algo de besta. Mas enfim, um homem de causas, um homem de princípios, diria eu. Como sempre sofrerá do problema de tempo de antena o que, honestamente, acho pena. Como sabem, defendo sempre que gente que pode falar descomprometidamente, o possa fazer o mais possível. Por isso mesmo, ofereço a Garcia Pereira, um pequeno, e muito pouco visível espaço, na Blogosfera. Candidato a acompanhar de perto.

domingo, novembro 06, 2005

Domingo - à noite, sempre este amargo de boca..............

Jardim

sábado, novembro 05, 2005

Difícil - Estranhamente para mim, está a ser muito complicado encontrar informação sobre a candidata do POUS, Carmelinda Pereira, e sobre o trabalho que ela e o Partido (ou seja, ela e ela!) estão a desenvolver. Nem uma foto, nem um site minimamente interessante, nada, não estou a conseguir encontrar nada. É óbvio que gostaria de ter aqui no DD uma das candidaturas mais descabidas desta campanha(sim há pior, muito pior, mas lá chegaremos!) , mas parece complicado.

quinta-feira, novembro 03, 2005

MTV Europe Music Awards 2005 - Pouco fica para contar, excepto que foi em Lisboa. Mais? Ok, a actuação dos Coldplay e o prémio ganho pelos System of Down. Destaque, vai no entanto, para este senhor:
Borat Sagdiyev.
Uma excelente actuação como não poderia deixar de ser.

Ataque – Hoje tivemos notícias, logo pela manhã, de um Soares ao ataque. Ao que parece confirma-se que esta campanha não vai ser um passeio para senadores. Provavelmente confirmam-se as suspeitas de que Soares, perante um cenário difícil, de derrota certa, vai lutar no terreno por todos os votos que conseguir ganhar e, para isso, vai ter correr muito, esbracejar, entrar por caminhos pantanosos e, claro está, correr o risco lá ficar atolado. Em posts futuros teremos, por certo, alguns comentários a esta luta particular (Soares / Cavaco), mesmo que não seja esta, em termos de resultados, a mais importante para a única questão que se coloca nestas eleições: A vitória de Cavaco logo na 1ª volta.

quarta-feira, novembro 02, 2005

Hoje - Poesia - Manuel Alegre lança a campanha no DD. Provavelmente aquele que será o candidato com a campanha / percurso mais interessante de seguir. E votar? Veremos............

terça-feira, novembro 01, 2005

Presidenciais 2006 - Para lançar um pouco de bom humor aqui nas páginas do DD, lembrei-me de colocar ligações ás páginas oficiais dos candidatos mais mediáticos. Assim, e se for caso disso, assim que eu colocar este ou aquele comentário, poderam contextualizar, verificando "in-loco" as aventuras e desventuras da campanha. Hoje começamos, como não poderia deixar de ser, até porque, ao que parece, é o mais recente candidato a iniciar a colocação da propaganda, pelo Louçã. Sim Louçã! É que eu aqui no DD posso, de facto, tratar por tu todos os candidatos à Presidência e sim, mesmo o D. Sebastião!

domingo, outubro 30, 2005

Estratégia (falta de) - Ainda há dois dias discutia este assunto. E poucos partilham da minha opinião. Hoje, ainda agora, estava Belmiro de Azevedo a defender algo parecido com o que tenho dito. Dizia então o Eng. que, olhando para o Orçamento de Estado 2006 e para a governação do Governo Socrates em geral, se via exactamente o mesmo já visto no primeiro Orçamento de Estado de Manuela Ferreira Leite: um Orçamento para arrumar a casa, um Orçamento para colocar as contas em dia. Mas que, em termos estratégicos, em termos de rumo estratégico de desenvolvimento para o país, muito pouco ou nada se via. Ou seja, ideia muito parecida com a que tenho defendido desde os primeiros meses de Governo Socialista. O que vejo é um enorme circo, com medidas populistas, contra grupos como os Professores, Militares, Oficiais de Justiça (também estes a certa altura constituiram as "Forças de Bloqueio" a Cavaco Silva, que tanto queria trabalhar!) que de uma maneira geral recolhem a simpatia do "Povo" (cá está o Povo!). Em concreto o que vejo são cortes orçamentais mais ou menos importantes, mas também mais ou menos indiscriminados, do lado da Despesa, e aumentos, importantes do lado dos Impostos (Receita). A pergunta que coloco é: Mas para quê? É o Défice estúpido! Sim, claro que é o défice, mas já alguém viu uma empresa / organização com ambições a algo mais que a sobrevivência tomar medidas para em vez de perder muitíssimo dinheiro, perder apenas muito dinheiro?
Resumindo, provavelmente o peso do Estado na economia é excessivo, provavelmente dentro desse Estado, existem muitos gastos não produtivos, provavelmente há muita gente a não pagar impostos impunemente, mas já alguém viu uma empresa colocar como objectivo estratégico, gastar menos electricidade, reduzir o número de viaturas de serviço, diminuir despesas de representação?
Com isto o que venho defendendo é que este Governo está a pedir sacrifícios (aos mesmos de sempre, mas isso fica para outras andanças) em nome de algo que não sabe bem o que é, ou se o sabe não transmite ao "Povo". A ideia clara que tenho é que não estão definidos para Portugal, objectivos claros de desenvolvimento e de aumento da competitividade do país, medidos por indicadores sociais (indice de qualidade de vida, por ex), culturais (média de anos de escolaridade, por ex.), economicos (competitividade das empresas portuguesas, equilíbrio da balança comercial, por ex.), e outros, através dos quais se possam definir metas, objectivas, palpáveis para o nosso país atingir. Cortar por cortar, restruturar por restruturar, fazer por fazer, no limite reinventar a roda, só pode ter um objectivo, mostrar serviço e, se é verdade que isso pouco ou nada resulta no mundo dos negócios (ás vezes sim eu sei, mas fica também para outras andanças), no mundo da política tem muitas vezes dividendos políticos (VOTOS). Se isto não vos parece claro, olhem para Cavaco. Há data um homem de rigor, rígido, decidido, hoje, para quem quer ver um pouco mais além, um dos grandes culpados da situação dificitária que o país vive, tanto a nível orçamental, mas mais gravosamente a nível de competitividade. Competitividade do país: assunto a abordar dentro em breve, como seguimento lógico deste Post.

Contador de visitas - Custou mas foi! A linguagem html, não é propriamente fácil e, se estivermos aos meses afastados dela, arranjamos chatiçes. Mas enfim, o contador está finalmente no local pretendido! E sim, a contagem voltou a zeros. Inicialmente isto deveu-se exclusivamente ao facto de não me lembrar da password do antigo contador. Mas, depois de bem pensado, achei que não fazia sentido manter a contagem iniciada hà já mais de 2 anos atrás. A ausência foi demasiado longa, um coma autêntico, do qual o autor destas linhas não se pode ver livre, ou se quiserem, não faz sentido tirar partido de visitas feitas noutras vindimas, para agora fazer um arranjinho bonito no número de visitas. Fica assim, a Domingo, 30 de Outubro, um pobre, mas honrado 8!
O que lá vai lá vai! Como diz o Povo! (continuo grande fã da noção de "Povo"). Mas o conceito continua o mesmo, Descontinuo acima de tudo! Por tal, não contem com grande frequência de escrita! Como se fosse preciso avisar.....................

Com calma e tranquilidade a coisa vai lá

quinta-feira, outubro 27, 2005

As dificuldades em colocar o contador no local pretendido.................isto é familiar...........

E agora reconstruir isto tudo.........................